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(11/07/2016) - Governo português tem 2,6 milhões para financiar novos projetos de eficiência energética

O Estado português reservou 2,6 milhões de euros para financiar projetos públicos e privados na área da eficiência energética através de duas candidaturas promovidas pelo Fundo de Eficiência Energética e que vão estar abertas até 8 de novembro.

A verba em causa destina-se a iniciativas que tenham como objetivo melhorar os índices de eficiência energética em edifícios do Estado e também no sector residencial e de serviços, indica o Ministério da Economia em comunicado. Para o sector privado está reservado um apoio de 1,1 milhões, enquanto os outros 1,5 milhões são dirigidos a projetos que visem a redução de consumo energético em instalações de organismos públicos. Deste montante, cerca de 1 milhão destina-se à administração local e municípios.

Os objetivos passam por “alcançar um nível de eficiência energética de 30% nos organismos e serviços da administração pública até 2020”, isto no âmbito do programa ‘Aviso 21 – Administração Pública Eficiente 2016’. Por outro lado, o programa ‘Aviso 20 – Edifícios Eficientes 2016’ apoia “as medidas de eficiência energética que conduzam à melhoria do desempenho energético dos edifícios do setor residencial e de serviços”.

O financiamento dos projetos assume a forma de subsídio não reembolsável e a comparticipação por candidatura é de 80% das despesas elegíveis, “até ao limite máximo de 80 mil euros”.

O Ministério da Economia refere ainda que estas medidas de atribuição de financiamento pretendem “incentivar o uso racional de energia, alinhando com metas definidas no Plano Nacional de Ação para a Eficiência energética (PNAEE). O propósito principal é “otimizar as soluções de uso e consumo de energia num setor que representa cerca de 30% do consumo total de energia em Portugal”.

 

(25/06/2015) - Autoconsumo fotovoltaico em Portugal: DGEG responde às tuas perguntas

O tão esperado Novo Regime de Produção Distribuida para autoconsumo de energia solar em Portugal tem suscitado muitas dúvidas desde a sua aprovação. Por esta razão, e com o objetivo de facilitar o trabalho dos profissionais do sector fotovoltaico, a APISOLAR divulgou um documento elaborado pela DGEG muito esclarecedor que responde às perguntas mais recorrentes. Por exemplo, quantos tipos de unidades de produção existem, como levar a cabo o seu correspondente registo ou quais são as taxas a pagar, entre tantas outras questões.

Consulta este guia prático e aposta pelo autoconsumo fotovoltaico!

(20/08/2015) - FATACIS 2015, conta mais uma vez com a presença da Ecoplug.

 

Pelo segundo ano consecutivo a Ecoplug marca presença na FATACIS – Feira Agrícola Comercial e Industrial do concelho de Soure.

Iremos aproveitar o certame para divulgar junto dos clientes finais as soluções de produção descentralizada de energia, vulgo autoconsumo, agora que o Decreto de Lei 153/2014 já se encontra oficialmente em vigor. Teremos em exposição diversos equipamentos deste sector, nomeadamente módulos, inversores, estruturas, baterias, etc.

A par destes equipamentos teremos também muitos outros que completam a nossa oferta de serviços para o sector doméstico e industrial.

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(20/10/2014) - Publicação do Decreto-Lei n.º 153/2014 Autoconsumo

Hoje, 20/10/2014 foi publicado o Decreto-Lei n.º 153/2014 que regula o autoconsumo fotovoltaico em Portugal. Consulte a Eco Plug para conhecer a melhor solução que se adapta à sua instalação.

Serviço personalizado e sem compromisso.

Conheça o Decreto-Lei em https://dre.pt/application/conteudo/58406974

(15/08/2015) - Tesla Powerwall, as baterias solares mais avançadas.

 

solarcity-tesla-powerwall-house-001.jpg.650x0_q70_crop-smartAs baterias fotovoltaicas Powerwall, anunciadas recentemente pela Tesla, revolucionaram o mercado de energia solar a nível mundial. As vantagens competitivas de ião lítio fazem com que esta tecnologia seja mais recomendada comparativamente ao ácido chumbo por diversas razões. É certo no entanto que existem modelos deste último tipo mais baratos, mas as suas prestações são muito inferiores às que oferecem os acumuladores solares da Tesla. Além de que, as baterias fotovoltaicas de ião lítio têm uma vida útil muito mais longa (com maior capacidade de descarga e com a possibilidade de operar num intervalo de temperatura mais amplo), assim como um impacto ambiental muito menor. Está previsto o inicio de comercialização destas baterias em Portugal para o início de 2016.